Tendo em conta o respeito pelas liberdades individuais, prosperidade material, inovação, capacidade de reduzir a pobreza em larga escala, estabilidade política … as economias capitalistas reguladas tiveram resultados substancialmente melhores que as economias socialistas / comunistas. Se usarmos critérios como igualdade básica de acesso a serviços essenciais, redução rápida de desigualdades iniciais … os regimes marxistas tiveram alguns sucessos, mas quase sempre acompanhados de custos humanos e políticos muito elevados. É o caso da Venezuela que, a esta data, depois da extração de Maduro e da mulher por parte de forças especiais a mando de Donald Trump, não se sabe que rumo irá ter nos próximos tempos.
As experiências marxistas procuraram igualdade, mas historicamente acabaram por produzir igualdade totalitária, acompanhada de repressão e estagnação. Já o capitalismo produz desigualdade, mas onde é combinado com democracia, regulação e Estado social, tende a gerar prosperidade, liberdade e mobilidade com desigualdades mitigáveis. Uma economia planificada (ou centralmente planificada) é um sistema onde o Estado controla os meios de produção (terra, fábricas, energia, transportes). O Estado decide o que produzir, mas sabe-se a que preço e com que recursos. O mercado tem papel reduzido ou quase inexistente. O objetivo formal é evitar desigualdades, eliminar exploração e garantir necessidades básicas.
A URSS, a China, Cuba, Coreia do Norte e vários países do Leste europeu seguiram esta lógica em maior ou menor grau. Países extremamente pobres (como a Rússia czarista ou a China feudal), no entanto, beneficiaram de alfabetização e instrução maciça gratuita; acesso a cuidados de saúde básicos gratuitos; industrialização acelerada; mortalidade infantil a cair; esperança de vida a subir. Estas conquistas foram reais e mensuráveis, sobretudo entre 1930 e1970. Não havia multimilionários, conglomerados privados ou grandes fortunas familiares. O nível de desigualdade era muito menor do que em economias de mercado. As pessoas tinham habitação universal, mas modesta; e emprego era garantido, ainda que precário e de baixos salários. Isto oferecia um tipo de segurança coletiva que sistemas capitalistas só conseguiram criar parcialmente com o Estado social.
Seja como for, os sistemas socialistas tiveram problemas profundos e insolúveis, muitos dos quais com fins muito fatais. Para planificar a economia, o Estado tinha de controlar informação, imprensa, sindicatos, movimentos sociais. Isto levou inevitavelmente a ditaduras de partido único, sem liberdade política. Repressão, polícia secreta e purgas não foram meros “acidentes”: eram parte funcional do sistema. As economias planificadas sofriam de ineficiência crónica; escassez de bens; falta de inovação; corrupção e burocracia gigantesca; baixa produtividade. A ausência de preços de mercado dificultava saber realmente o que devia ser produzido. A coletivização soviética causou fome brutal nos anos 30. O “Grande Salto em Frente” de Mao causou entre 15 a 30 milhões de mortes por fome. Isto é um dos maiores flagelos a que se assistiu durante o século XX. Havia igualdade? Sim, mas muitas vezes à custa de escassez crónica; bens de baixa qualidade; atraso tecnológico; vida materialmente limitada. Era uma igualdade nivelada por baixo. As economias planificadas conseguiram alguns benefícios importantes, sobretudo em educação e igualdade, mas os custos humanos, políticos e económicos foram demasiado elevados.
O capitalismo também não é um sistema isento de problemas: desigualdade extrema; precariedade; crises financeiras cíclicas; poder corporativo excessivo; exploração laboral. Mas os seus efeitos positivos têm superado os efeitos negativos. São claros os efeitos no crescimento económico e na inovação. O capitalismo é extraordinariamente eficaz a gerar riqueza. A maior queda de pobreza na história humana ocorreu dentro de economias de mercado, sobretudo após 1980. E os sistemas capitalistas podem coexistir com democracia liberal, Estado social forte, direitos civis e liberdades. Economias planificadas almejaram a igualdade, mas frequentemente sacrificaram liberdades, vidas humanas e prosperidade. O capitalismo gera desigualdade, mas também riqueza, inovação e progresso material.
Seja como for, os sistemas socialistas tiveram problemas profundos e insolúveis, muitos dos quais com fins muito fatais. Para planificar a economia, o Estado tinha de controlar informação, imprensa, sindicatos, movimentos sociais. Isto levou inevitavelmente a ditaduras de partido único, sem liberdade política. Repressão, polícia secreta e purgas não foram meros “acidentes”: eram parte funcional do sistema. As economias planificadas sofriam de ineficiência crónica; escassez de bens; falta de inovação; corrupção e burocracia gigantesca; baixa produtividade. A ausência de preços de mercado dificultava saber realmente o que devia ser produzido. A coletivização soviética causou fome brutal nos anos 30. O “Grande Salto em Frente” de Mao causou entre 15 a 30 milhões de mortes por fome. Isto é um dos maiores flagelos a que se assistiu durante o século XX. Havia igualdade? Sim, mas muitas vezes à custa de escassez crónica; bens de baixa qualidade; atraso tecnológico; vida materialmente limitada. Era uma igualdade nivelada por baixo. As economias planificadas conseguiram alguns benefícios importantes, sobretudo em educação e igualdade, mas os custos humanos, políticos e económicos foram demasiado elevados.
O capitalismo também não é um sistema isento de problemas: desigualdade extrema; precariedade; crises financeiras cíclicas; poder corporativo excessivo; exploração laboral. Mas os seus efeitos positivos têm superado os efeitos negativos. São claros os efeitos no crescimento económico e na inovação. O capitalismo é extraordinariamente eficaz a gerar riqueza. A maior queda de pobreza na história humana ocorreu dentro de economias de mercado, sobretudo após 1980. E os sistemas capitalistas podem coexistir com democracia liberal, Estado social forte, direitos civis e liberdades. Economias planificadas almejaram a igualdade, mas frequentemente sacrificaram liberdades, vidas humanas e prosperidade. O capitalismo gera desigualdade, mas também riqueza, inovação e progresso material.
Portanto, a humanidade nunca teve, nem provavelmente terá, um sistema de organização política minimamente próximo da perfeição. Por isso, em primeiro lugar, os sistemas devem ser democráticos. E dentro dos sistemas democráticos, os sistemas liberais são melhores do que os iliberais. Os modelos que melhor equilibram bem-estar humano, crescimento e liberdades são os modelos mistos de regimes democráticos que conjugam o Liberal com o Social. Desses modelos que já foram experimentados avultam os regimes escandinavos: Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia.
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